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domingo, 13 de setembro de 2009

AVALIANDO A NOSSA VIDA!


Se eu pudesse escolher seria feliz por, pelo menos, oito horas por dia.
Todos os dias.
Reservaria o tempo restante para viver as pequenas agruras naturais.
Mas seriam leves.
Porque haveria a certeza de que cada dia teria a minha cota de felicidade.
Se eu pudesse escolher reservaria algumas horas, todos os dias, para fazer tudo o que pudesse.
Fazer os outros felizes.
Dedicação total.
Se eu pudesse escolher, pararia qualquer coisa que estivesse fazendo às cinco horas da tarde e me sentaria para assistir ao pôr do sol. O horário do pôr do sol seria algo assim, sagrado.
O meu horário para observar a Deus. Escolheria lugares especiais
Se eu pudesse escolher, viveria entre o mar e as montanhas.
No meio do caminho.
Nem muito longe de um, nem muito longe do outro.
Plantaria flores, teria vasos na janela, muitos livros na cabeceira da cama e à noite, depois do trabalho – sim, porque se eu pudesse escolher trabalharia sempre, produziria sempre – eu me sentaria para contemplar o céu, as estrelas, a noite.
Se eu pudesse escolher, sorriria sempre.
Mas choraria também, às vezes, para não esquecer o que a lágrima significa.
Viver só de sorrisos não é uma boa opção.
Se eu pudesse escolher, faria uma declaração de amor todos os dias.
Só para sentir aquele sabor de ridículo que nos enche a alma e que é imprescindível à felicidade.
Se eu pudesse escolher, plantaria sementes e “perderia” horas vendo-as germinar e lamentaria por aquelas que não conseguissem se transformar em flor.
Se eu pudesse escolher, viveria a vida de uma forma mais leve, menos dolorosa, mais intensa, menos angustiante.
Nem sempre temos como opções as escolhas que faríamos se pudessemos escolher.
Mas há escolhas que nos são oferecidas sempre.
A de provocarmos sorrisos, de abraçarmos, de dizermos que amamos para quem amamos, mesmo que eles não entendam o que é o amor.
A possibilidade de transformarmos dentro de nós o cenário e aprendermos que, como não temos muitas escolhas, precisamos viver quinze minutos de felicidade com tanta intensidade que eles possam ser transformados em horas, dias, meses, no tempo que escolheríamos.
Se pudessemos escolher!!! A vida seria bem melhor!!!!!!!
(autor desconhecido)

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

CONSELHOS DE UMA VELHA SENHORA

Dona Maria era uma senhora de 92 anos, elegante, bem vestida e penteada. Estava de mudança para uma casa de repouso, pois o marido, com quem vivera 70 anos , havia morrido e ela ficara só...
Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando uma atendente veio dizer que seu quarto estava pronto.
A caminho de sua nova morada, a atendente ia descrevendo o minúsculo quartinho, inclusive as cortinas de chintz florido que enfeitavam a janela.
- Ah, eu adoro essas cortinas - disse ela com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho.
- Mas a senhora nem viu seu quarto...
-Nem preciso ver- respondeu ela. Felicidade é algo que você decide por princípio. E eu já decidi que vou adorar! É uma decisão que tomo todo dia quando acordo.
Sabe, eu tenho duas escolhas: passar o dia inteiro na cama contando as dificuldades que tenho em certas partes do meu corpo que não funcionam bem... ou posso levantar da cama agradecendo pelas outras partes que ainda me obedecem.
Cada dia é um presente.
E enquanto meus olhos abrirem vou focalizá-los no novo dia e também nas boas lembranças que eu guardei para esta época da vida.
A velhice é como uma conta bancária: Você retira daquilo que você guardou. Portanto, lhe aconselho depositar um monte de alegria e felicidade na sua conta de Lembranças.
E como você vê, eu ainda continuo depositando...
Agora se me permite, gostaria de lhe dar uma receita.

1- Jogue fora todos os números não essenciais para sua sobrevivência. Isso inclui idade, peso e altura. Deixe o médico se preocupar com eles. Para isso ele é pago.
2- De preferência aos amigos alegres. Os “baixo astral” puxam você para baixo.
3- Continue aprendendo. Aprenda mais sobre computador, artesanato, jardinagem, qualquer coisa. Não deixe seu cérebro desocupado.
4- Curta coisas simples.
5- Ria sempre, muito alto. Ria até perder o fôlego.
6- Lágrimas acontecem. Agüente , sofra e siga em frente. A única pessoa que acompanha você a vida toda é VOCÊ mesmo. Esteja VIVO, enquanto você viver.
7- Esteja sempre rodeado daquilo que você gosta: pode ser família, animais, plantas, um hobby, o que for. Seu lar é o seu refúgio.
8- Aproveite sua saúde. Se for boa, preserve-a. Se está instável, melhore-a. Se está abaixo desse nível, peça ajuda.
9- Não faça viagens de remorsos. Viaje para o Shopping, para a cidade vizinha, para um país estrangeiro, mas não faça viagens ao passado.
10- Diga a quem você ama que você realmente o ama, em todas as oportunidades.
E LEMBRE-SE SEMPRE QUE: A vida não é medida pelo número de vezes que você respirou, mas pelos momentos em que você perdeu o fôlego... de tanto rir...de surpresa...de êxtase...de felicidade!!!
(autor anônimo)


Quando lí este texto me emocionei muito. Minha mãe era essa pessoa. Sempre bem arrumada, sempre com ótimo astral, até na doença que a levou de nós. Nunca dizia que não estava bem ao atender o telefone...dizia que puxava energias ruins, falava que estava tudo bem, mas ela estava no fim de sua jornada. Foi valente até o fim de seus dias. Aproveitou tudo que depositou na sua conta. Foi para o hospital de cabeça erguida e ao despedir-se da minha filha mais velha, esta , sem explicação, deu-lhe um beijo e um abraço e disse: - Vó, nunca mais vou te ver. Foi terrível para todos que ouviram, mas ela sabiamente disse à neta que talvez voltasse! Infelizmente, não voltou. A saudade sempre dói muito, mas aprendi com ela que a vida só pode ser bem vivida se estivermos alegres e felizes com o que conseguimos conquistar. Ela na sua sabedoria e humildade deu um belíssimo exemplo aos filhos e aos amigos. A sua vaidade me comoveu, quando em coma, ela ajeitava os cabelos, num gesto automático, é claro, mas que nunca foi esquecido. Acho que não viveu em vão, pois deixou um legado que foi: ser feiz com pouco, sem reclamar, essa era minha linda mãe.
Felizmente ela não teve que ir para a casa de repouso, mas minha irmã teve um AVC e passou quase 8 anos numa dessas casas que não são nem um pouco recomendáveis . Na verdade, são depósitos de idosos. Não tivemos outra opção. Porém, estive com ela até o fim, nunca a vi reclamar , era só alegria quando eu e minha filha Luciana chegávamos. Foi a experiência pior da minha vida. Morrer faz parte, mas aos poucos dói demais.
Sei que nesta época essas dores doem mais já que estamos mais felizes e elas fazem muita falta, além do resto da família que já partiu. A todos quero deixar a minha homenagem de amor eterno até que um dia, quem sabe, nos reencontremos!
Pensem sempre: A VIDA É CURTA PARA SER PEQUENA!!!!! Aproveitem o que puderem e vivam felizes!

Mamãe e papai comemorando aniversário de casamento

Eu e mamãe no dia seguinte do meu noivado.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Mensagem de Chico Xavier

“Que Deus não permita:
Que eu perca o ROMANTISMO, mesmo sabendo que as rosas não falam;
Que eu não perca o OTIMISMO, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre;
Que eu não perca a VONTADE DE VIVER, mesmo sabendo que a vida é , em muitos momentos, dolorosa;
Que eu não perca a VONTADE DE TER GRANDES AMIGOS, mesmo sabendo que com as voltas do mundo , eles acabam indo embora de nossas vidas;
Que eu não perca a VONTADE DE AJUDAR AS PESSOAS, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda;
Que eu não perca o EQUILÍBRIO, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia;
Que eu não perca a VONTADE DE AMAR, mesmo sabendo que a pessoa que eu mais amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim;
Que eu não perca a LUZ E O BRILHO NO OHAR, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo escurecerão meus olhos;
Que eu não perca a GARRA, mesmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente poderosos;
Que eu não perca a RAZÃO, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas;
Que eu não perca o SENTIMENTO DE JUSTIÇA, mesmo sabendo que o prejudicado posso ser eu;
Que eu não perca MEU FORTE ABRAÇO, mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos;
Que eu não perca a BELEZA E A ALEGRIA DE VER, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma;
Que eu não perca o AMOR POR MINHA FAMÍLIA, mesmo sabendo que ela muitas vezes me exigirá esforços incríveis para manter sua harmonia;
Que eu não perca a vontade de DOAR, este enorme amor que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será subestimado e até rejeitado;
Que eu não perca a vontade de SER GRANDE, mesmo sabendo que o mundo é pequeno.
Mas, acima de tudo...
Que eu jamais me esqueça de que Deus me ama infinitamente , de que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois a VIDA É CONSTRUÍDA NOS SONHOS E CONCRETIZADA NO AMOR."
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domingo, 24 de agosto de 2008

Profissão...MÃE!!!!!

Estava organizando meus arquivos quando reli este texto. Claro que tem tudo a ver comigo, afinal ser mãe sempre foi minha profissão favorita, então, resolvi repassar para todas as amigas que também tenham esta gloriosa profissão!!!

Uma mulher chamada Anne foi renovar a sua carteira de motorista.
Pediram-lhe para informar qual era a sua profissão.
Ela hesitou, sem saber bem como se classificar.
"O que eu pergunto é se tem um trabalho", insistiu o funcionário.
"Claro que tenho um trabalho", exclamou Anne. "Sou mãe."
"Nós não consideramos “mãe” um trabalho. Vou colocar “Dona de casa", disse o funcionário friamente.
Não voltei a lembrar-me desta história até o dia em que me encontrei em situação idêntica.
A pessoa que me atendeu era obviamente uma funcionária de carreira, segura, eficiente, dona de um título sonante.
"Qual é a sua ocupação?" perguntou.
Não sei o que me fez dizer isto; as palavras simplesmente saltaram-me da boca para fora:
"Sou Doutora em Desenvolvimento Infantil e em Relações Humanas."
A funcionária fez uma pausa, a caneta de tinta permanente a apontar para o ar, e olhou-me como quem diz que não ouviu bem.
Eu repeti pausadamente, enfatizando as palavras mais significativas.
Então reparei, maravilhada, como ela ia escrevendo, com tinta preta, no questionário oficial.
"Posso perguntar", disse-me ela com novo interesse, "o que faz exatamente?"
Calmamente, sem qualquer traço de agitação na voz, ouvi-me responder:
"Desenvolvo um programa a longo prazo (qualquer mãe faz isso), em laboratório e no campo experimental (normalmente eu teria dito dentro e fora de casa). Sou responsável por uma equipe (minha família), e já recebi quatro projetos (todas meninas). Trabalho em regime de dedicação exclusiva (alguma mulher discorda???), o grau de exigência é de 14 horas por dia (para não dizer 24...).
Houve um crescente tom de respeito na voz da funcionária que acabou de preencher o formulário, se levantou, e pessoalmente me abriu a porta.
Quando cheguei em casa, com o título da minha carreira erguido, fui recebida pela minha equipe - uma com 13 anos, outra com 7 e outra com 3.
Do andar de cima, pude ouvir o meu novo experimento (uma bebê de seis meses) , testando uma nova tonalidade de voz.
Senti-me triunfante!
Maternidade... que carreira gloriosa!!!!!!

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